Instituto Tomie Ohtake perto do Metrô Faria Lima

Instituto Tomie Ohtake perto do Metrô Faria Lima

Você sai do Metrô Faria Lima, caminha 8 minutos por Pinheiros e bate de frente com um cilindro roxo gigante que torce em cima de um círculo laranja. Não é uma empresa de tecnologia nem um shopping. É o Instituto Tomie Ohtake — e tem arte lá dentro que você provavelmente ainda não viu.

O espaço foi projetado por Ruy Ohtake (filho de Tomie), e a arquitetura já é parte da visita. Mas o que mantém o lugar relevante são as exposições: o Tomie Ohtake recebe mostras de artistas como Yayoi Kusama, Ai Weiwei e Cildo Meireles — nomes que nos principais museus do mundo cobram ingresso salgado, e aqui a maior parte das exibições é gratuita.


📍 Informações rápidas
Endereço: Rua Coropé, 88 — Pinheiros
Metrô: Faria Lima (Linha 4-Amarela) — 8 min a pé
Horário: Ter–Dom 11h–20h | Fecha segunda
Entrada: Gratuita (exposições principais)

Foto: Dornicke via Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)


Quem foi Tomie Ohtake?

Tomie Ohtake nasceu no Japão em 1913, emigrou para o Brasil aos 23 anos para visitar o irmão e ficou — presa pela Segunda Guerra Mundial, sem poder voltar. O que poderia ter sido uma tragédia virou destino: ela começou a pintar já adulta, aos 40 anos, e se tornou uma das maiores artistas plásticas da história brasileira. Morreu em São Paulo em 2015, aos 101 anos, ainda ativa.

O instituto que leva seu nome foi fundado em 2001 e mistura homenagem à sua obra com programação cultural contemporânea de alto nível. Além das exposições, o espaço tem um ateliê de gravura aberto ao público e promove oficinas e residências artísticas para jovens criadores.

O que esperar da visita

O instituto divide as exposições em três alas, que podem ou não estar integradas dependendo da mostra em cartaz. A loja do térreo vende impressões, livros de arte e peças de designers brasileiros — vale dar uma olhada mesmo que você não compre nada.

Interior do Instituto Tomie Ohtake — galeria branca com obras de arte contemporânea em exposição

A visita demora entre 1h e 2h. Se você vier no período de uma grande mostra internacional, pode ter fila na entrada no fim de semana — vale consultar o site antes para entender o que está em cartaz e chegar mais cedo.

🚇 COMO IR DE METRÔ
Na estação Faria Lima (Linha 4-Amarela), saia pela saída Rua Pedroso Alvarenga. Caminhe pela Rua Pedroso Alvarenga até o cruzamento com a Av. Rebouças, vire à esquerda e siga até a Rua Coropé à direita. O prédio roxo e laranja é impossível de errar.

💡 Dicas antes de ir

  • Verifique a programação antes de sair — o espaço pode fechar para montagem entre exposições, e o site sempre tem a agenda atualizada.
  • O café do térreo (Café Tomie) tem cardápio simples e mesas com vista para a fachada. Funciona nos mesmos horários do instituto.
  • Fins de semana são bons para quem gosta de movimento e gente; dias de semana são melhores para ver as obras com calma.
  • Acessibilidade: o espaço tem elevadores para todos os andares e entrada adaptada para cadeirantes.

❓ Perguntas Frequentes

O Instituto Tomie Ohtake é gratuito?
Sim, a entrada principal é gratuita. Algumas mostras especiais ou atividades educativas podem ter custo separado — consulte o site antes.

Qual o metrô mais perto do Instituto Tomie Ohtake?
A estação mais próxima é Faria Lima (Linha 4-Amarela), com caminhada de aproximadamente 8 minutos. A segunda opção é o Metrô Pinheiros (Linha 9-Esmeralda), um pouco mais distante.

Vale visitar mesmo sem uma exposição específica?
Sim. O edifício já é uma atração por si, e o instituto costuma manter ao menos uma exposição permanente ou obra de Tomie Ohtake em cartaz no tempo todo.


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